Como a ACR integra ESG desde a concepção dos projetos – e por quê isso se conecta à COP30.

Em 2025, o mundo volta os olhos para o Brasil.
A COP30 – Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – está acontecendo em Belém, no Pará, reunindo líderes, especialistas e representantes de mais de 190 países até o dia 21 de novembro

O evento marca um novo capítulo na agenda ambiental global. É a primeira vez que uma COP acontece no Brasil, colocando o país no centro das discussões sobre o clima e reforçando a importância das ações locais diante de um desafio mundial: reduzir os impactos das mudanças climáticas e promover um desenvolvimento mais sustentável. 

Enquanto o mundo debate soluções em Belém, no litoral de São Paulo a ACR já pratica, há anos, os compromissos que a COP30 defende  integrando os princípios ESG desde a concepção dos projetos e reforçando que construir bem é também cuidar do território. 

Construir é também cuidar do meio ambiente 

Na ACR, cada empreendimento nasce de uma visão que vai além da engenharia.
Antes do primeiro tijolo, há um estudo minucioso do solo, do entorno e das condições climáticas. No litoral, essa atenção é indispensável: o relevo, a umidade, os ventos e a salinidade exigem soluções técnicas específicas que garantem durabilidade, segurança e respeito ambiental. 

Essa postura é mais do que uma exigência técnica. É uma escolha consciente, um compromisso que começa na fundação e se estende por todas as etapas da construção

É o reflexo da governança responsável que orienta cada decisão da ACR. 

ESG como prática, não discurso 

Na ACR, o ESG não é uma tendência, é parte do DNA da marca.
Cada projeto é pensado sob uma lógica que integra o meio ambiente, as pessoas e a gestão: 

  • Ambiental (E): priorizamos materiais de origem responsável, drenagem eficiente e soluções técnicas que respeitam o solo e o clima do litoral. 
  • Social (S): valorizamos o entorno, o acesso à infraestrutura e a qualidade de vida dos futuros moradores. 
  • Governança (G): atuamos com processos transparentes, prazos claros e ética em todas as relações. 

Essas escolhas garantem que cada empreendimento seja mais do que uma construção, seja um legado. 

O litoral como espelho do futuro 

Enquanto em Belém se discute o impacto climático e a urgência de novas formas de agir, no litoral paulista a ACR aplica na prática o que o mundo inteiro está discutindo: uma engenharia sustentável, que respeita o entorno e se valoriza com o tempo. 

Construir no litoral é um exercício de responsabilidade

É compreender que o solo pede técnica, a natureza pede respeito e o futuro pede coerência.

Por isso, enxergamos a COP30 não apenas como um evento global, mas como um espelho e um guia para as nossas práticas um espaço de aprendizado que reafirma aquilo que vivemos todos os dias: o compromisso genuíno com o lugar, o tempo e as pessoas. 

Estamos atentos ao que está sendo discutido em Belém, porque cada decisão global nos inspira com novas formas de agir localmente. E é assim que seguimos: com técnica, consciência e propósito. 

Porque acreditar no futuro é, antes de tudo, agir por ele

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